HARRY PHODDER #1

29 de ago de 2010

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(ESSA HISTÓRIA FOI FEITA BASEADA NO LIVRO DE HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL, CRIADA (E ACANALHADA) POR OS FREQUENTADORES DA PRAÇA DO CORETO, QUAISQUER SEMELHANÇAS A OUTRAS HISTÓRIAS SEMELHANTES SERÁ MERA COINCIDÊNCIA)


RECOMENDADO PARA MAIORES DE 18 ANOS =X


Esta história começa com a família Mercadursley, da rua dos Swingueiros nº 69, que aparentava ser uma família normal mas escondiam um segredo não tão secreto para o restante dos moradores da rua. O Sr. Walter Mercadursley era um senhor gordo e alto, possuía uma cabeleira vasta e loura, a qual se tratava na realidade de uma peruca holandesa de onde Hebe Camargo também fazia encomendas, e contrastando com esta um bigode preto e vestes esvoaçantes. O Sr. Mercadursley mantinha em sua própria casa um bordel, o qual administrava com a sua esposa Peitúnia, uma senhora loura com o pescoço duas vezes maior e peitos idem, muito conveniente pra bisbilhotar os vizinhos e fazer técnicas avançadas de Deep Throat e espanhola, especialidades da “Casa de roscas Mercadursley”.

Além do “segredo” sujo do trabalho dos Mercadursley, a Sra. Peitúnia guardava também um sobre sua famíila, mais precisamente sua irmã, Lilian Phodder, “uma putinha sem vergonha” na concepção da Sra. Peitúnia. As duas irmãs a muito não se falavam... até que um dia...

Um homem estava parado na rua dos Swingueiros, ao lado de um gato com um desenho de lua na testa. Era noite de segunda-feira e a rua estava quase deserta pois era folga na Casa de roscas Mercadursley. O homem era velho, alto, e apresentava um físico quadrado, possuía barbas e cabelos pratas longos já pelo desbotado Grecin 5, possuía óculos e olhos azuis. Possuía vestes cor púrpura e sapatos de salto alto com os quais ia desfilando na rua. Junto ao seu peito trazia um estranho objeto redondo pendurado, um alvo, era Alvo Dumbledoor.

Ao ver o gato, Alvo sorriu e tirou um objeto retangular e brilhante do bolso, era o ApaGAYro, que ao ser acionado apagou todas as luzes da rua, fazendo com que os gays e tarados que ali residiam ou passassem aproveitassem o escuro para fornicar ao som da playlist de Lady GaGa tocada pelo mp3 embutido no mesmo aparelho. Sem se espantar com a cena, Dumbledoor viu o gato que o acompanhava se transformar na prof. Minerva McDonnalds, que prontamente lhe ofereceu um lanche:

- McLanche Feliz, Alvo? – Ofereceu ela enquanto saíam bolhas de sabão minerva de sua boca.

- Obrigado Minerva, estou mais interessado em comer outra coisa... – disse o diretor com o tom lascivo na voz ao escutar os gemidos dos gays fornicadoures na rua embalados por “Alejandro”.

- Ora, o que é isso! Controle-se seu velho tarado! Lembre-se do motivo pelo qual viemos aqui hoje! – Repreendeu McDonnalds.

- Ah claro, desculpa, me empolGAY. – E consultando o céu tomado por fogos de arte difícil, disse: - Ele já deve estar chegando, só espero que não tenha problemas com esses fogos que Dedá-lo Digo está soltando em comemoração à queda de Vaid..

- Não diga esse nome! Chame-o por Você-sabe-quem-comeu-quem”! – Interrompeu a mulher.

E eis que então no céu, um vulto enorme aparecia, era um homem ENORME, com quase três metros de altura, numa bicicletinha de cestinha florida e tocando a campainha da mesma. Aos poucos o homem na bicicleta foi perdendo altitude, enquanto dançava a coreografia de “ela sai de saia, de bicicletinha, uma mão vai no quidon e a outra tapando a calcinha”. Era Rubeo Agride.

Ao ver o homem, professor Alvo se aproximou do mesmo e exclamou:

- Ah Agride! Que bom que vc chegou! E essa bicicleta, é a do jovem Serious Black?

- É sim seu baitola! – Respondeu Agride, dando um soco no professor, que foi ao chão.

- Ora Agride, pare com esta violência. Você trouxe “o pacote” não trouxe? – Perguntou professora McDonnalds ao homem enorme enquanto ajudava o prof. Dumbledoor a se erguer.

- Sim, aqui está ele. – Respondeu o gigante passando à mulher o embrulho tamanho extra-grande do McLancheFeliz, com um bebê dentro do mesmo.

- Ótimo, que bom que ele chegou em segurança, agora vamos ter que entregá-lo na casa da família da tia dele - dirigindo-se com o bebê para a casa de número 69, onde o deixaram na frente da mesma.

E então os três estranhos saíram pela rua e quando se mantiveram longe o bastante, as luzes reacenderam espantando todos os tarados, prostitutas e gays que aproveitavam a escuridão para fornicar.


Quem era o bebê deixado na casa número 69? Quem eram essas pessoas estranhas? Quem eram aqueles travestchis q levaram a carteira do pobre bêbado que pensava que se tratavam de prostitutas mulheres?

Respostas para esses e outros mistérios na continuação da história no próximo capítulo...



4 comentários:

Taly disse...

Isso é o começo de uma longa saga a ser recontada *-*

Manfrinni Leal disse...

Seria massa se fizesse uns quadrinhos com essas estórias contadas aki...
hjaiuhaiuhaiuhaiuhaiu

Rams disse...

Eu xorei na parte do Hagrid da bicicletinha kkkkkkkkkkkkkkkkk

Dany disse...

Minha nossa senhora! kkk Ai, tão ficando doidos mesmo kkk Pow a entrada de bicicletinha foi demais kkkkkkkkkkkkk E o soco doido?!

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